Onde o PT governa, tudo desmorona. Menos o crime, que avança com força e proteção.

Há algo muito estranho no ar

Estados inteiros estão afundando em violência, o povo vive com medo, o crime avança pelas ruas, e os governos locais parecem sempre ocupados demais com discursos ideológicos para notar o caos que se espalha diante dos olhos de todos. Coincidentemente — ou talvez não tão coincidentemente assim — esses estados têm algo em comum: são governados por partidos e lideranças alinhadas ao grupo político que hoje ocupa o Palácio do Planalto.

Não é exagero dizer que onde o PT governa, o brasileiro de bem vive acuado, enquanto os criminosos parecem cada vez mais à vontade.

O retrato da violência nos estados governados pela esquerda

A Bahia, governada pelo PT, lidera os rankings de mortes violentas no país.

No Ceará, também sob comando petista, facções disputam bairros inteiros.

Em Pernambuco e Alagoas, os índices de criminalidade assustam qualquer cidadão comum.

No Amapá, governado por um partido aliado, a violência não para de crescer.

Agora compare com São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

Nestes estados, onde partidos de direita ou centro-direita estão no comando, os números caem, a estrutura de segurança funciona e o bandido não encontra o mesmo conforto.

A pergunta é inevitável.

Por que em alguns estados o crime é combatido com firmeza, enquanto em outros parece protegido pela omissão e pela ideologia?

Um histórico que não se apaga

Quando se observa o contexto mais amplo, a resposta começa a se desenhar.

O partido que hoje governa o Brasil é o mesmo que fundou o Foro de São Paulo, ao lado de Fidel Castro, nos anos 90. Essa entidade, ao longo de décadas, não escondeu sua simpatia por grupos como as FARC, o ELN e outros movimentos de “luta armada”. Movimentos que, na prática, promoveram sequestros, atentados e o caos em nome de uma causa.

Mesmo diante de todas as evidências, o PT nunca rompeu com essa organização.

E, mais recentemente, o governo federal recusou oficialmente o pedido dos Estados Unidos para reconhecer o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.

A justificativa usada é que esses grupos não têm motivação ideológica.

Mas será mesmo só isso?

Por que tanto cuidado em não ferir sensibilidades de facções que espalham terror nas periferias?

O lobo quer cuidar das ovelhas

E é justamente neste cenário que surge a tal PEC da Segurança Pública.

Com um discurso de união, modernização e inteligência, o governo federal quer centralizar o controle das forças de segurança.

Quer legislar sobre o sistema penitenciário.

Quer comandar as diretrizes das polícias.

Quer criar estruturas “participativas” que, na prática, colocam ONGs militantes e operadores ideológicos dentro da engrenagem do policiamento nacional.

É preciso perguntar.

Você confiaria o comando das forças de segurança ao mesmo grupo que ignora as vítimas e se cala diante dos algozes?

A um governo que protege invasores de terra e desrespeita a propriedade privada?

A um sistema político-judicial que prende cidadãos comuns por opiniões, mas trata criminosos como vítimas sociais?

O avanço do arbítrio no Brasil não é mais uma teoria.

É uma realidade.

A PEC é só a ponta do iceberg

O texto da proposta altera a Constituição para dar à União mais poder sobre segurança pública.

Cria a Polícia Viária Federal com novos poderes.

Constitucionaliza conselhos, corregedorias e ouvidorias com linguagem vaga.

E faz isso com o argumento de “melhorar a coordenação”.

Mas o momento em que essa proposta surge diz mais do que o texto que ela carrega.

Num país em que o Supremo Tribunal Federal persegue adversários políticos, manda prender parlamentares sem crime, silencia veículos de imprensa e ignora cláusulas pétreas da Constituição, qualquer tentativa de concentrar ainda mais poder deve ser vista com extrema cautela.

E não é coincidência que os mesmos que rejeitam reconhecer facções como terroristas sejam os mais apressados em tomar o controle das polícias estaduais.

Descentralizar é resistir

É porque os estados ainda têm alguma autonomia que a população não está completamente nas mãos de um governo que inverte os papéis entre vítima e criminoso.

É a descentralização que impede que um único grupo use a força estatal contra quem pensa diferente.

É a autonomia dos governadores que impede que o arbítrio avance com velocidade total.

Centralizar a segurança pública nas mãos de quem protege o caos é entregar a chave da sua casa a quem não reconhece mais o limite da porta.

Conclusão

O Brasil vive um momento perigoso.

De um lado, o povo trabalhador, acuado, sem voz, sofrendo com a violência e vendo seus direitos escorrerem entre os dedos.

Do outro, um sistema que protege facções, persegue adversários e usa a estrutura pública para fins de dominação política.

A PEC da Segurança Pública é apenas mais uma etapa.

Mais uma peça no tabuleiro de um jogo onde a liberdade vai sendo substituída, lentamente, por um controle que não protege.

Que não protege a família.

Que não protege a propriedade.

Que não protege a Constituição.

Você quer viver num país onde quem manda na polícia é o mesmo grupo que nunca enfrentou de verdade o crime organizado?

Ou você prefere resistir enquanto ainda é possível?

O risco é real. Cada avanço de Lula, do PT e da esquerda significa um retrocesso para você, para sua família e para todo brasileiro de bem. E isso não é opinião, é fato.