O Que Ninguém Quer Dizer Sobre o Verdadeiro Sentido da Liberdade

Vivemos em um tempo em que muitas pessoas dizem que “ser feliz” significa fazer tudo o que se deseja, sem questionar se essas escolhas são realmente boas ou se nos levam a crescer como pessoas. Parece que a felicidade se tornou um objetivo instantâneo, algo que devemos alcançar rapidamente, sem sacrifício ou esforço. Mas será que essa visão está correta?

Pense na vida de uma mãe. Ela faz sacrifícios diários por seus filhos: abre mão de noites de sono, dos próprios desejos e, muitas vezes, até de sua carreira, para garantir que eles tenham o melhor. Ela poderia buscar apenas o conforto e o prazer, mas escolhe se doar por amor. E nesse sacrifício está o maior exemplo de virtude e propósito que uma pessoa pode viver.

Agora, reflita comigo: o que realmente traz orgulho a uma mãe? Será que é o dinheiro acumulado, os títulos profissionais ou o sucesso de seus filhos? Quando um filho cresce e se torna alguém virtuoso, honesto, que impacta positivamente o mundo, a mãe sente algo que nenhum salário ou troféu pode oferecer: a realização de ter cumprido um propósito maior.

E é exatamente isso que muitos têm tentado apagar: o valor do sacrifício, da renúncia e da busca pelo que é virtuoso. Há uma tentativa de convencer as pessoas de que o prazer imediato é tudo o que importa. Essa ideia é vendida como “liberdade”, mas, na verdade, ela nos prende a uma vida vazia e sem sentido, onde fugimos da dor e perseguimos apenas o que nos agrada no momento. Isso reduz o homem à condição de um animal, que age apenas pelo instinto, sem pensar nas consequências maiores.

Infelizmente, isso também se reflete na forma como as pessoas lidam com temas delicados, como a sexualidade. Há um esforço enorme para normalizar tudo, para dizer que “não existe certo ou errado”, que qualquer escolha é válida. Mas será que isso é verdade? Quando olhamos para nossa essência como seres humanos, vemos que fomos feitos para algo maior. Fomos criados para viver em harmonia com um propósito, respeitando a ordem natural, que é clara para quem a observa com sinceridade. Negar isso é fechar os olhos para o que somos e para o que nos faz realmente felizes.

Pense novamente na mãe que se sacrifica por seu filho. Esse sacrifício não é uma fraqueza, mas a maior força que alguém pode demonstrar. Ela escolhe o amor que exige esforço, ao invés do egoísmo que busca conforto. Essa escolha nos ensina algo essencial: o propósito da vida não está em fugir da dor ou buscar o prazer, mas em viver pelo bem maior, pelo que é virtuoso e eterno.

Cristo nos deu o maior exemplo disso. Ele não viveu para buscar o que era fácil ou confortável. Pelo contrário, Ele mostrou que o verdadeiro sentido da vida está no sacrifício, no amor que se doa, na renúncia ao egoísmo para alcançar algo muito maior: a redenção, a paz e a verdadeira liberdade.

Então, meu convite é este: pare e reflita sobre as escolhas que fazemos. Nem tudo o que a sociedade nos diz que é normal ou moderno nos leva ao bem. Muitas vezes, essas ideias tentam apagar o que é bom, belo e verdadeiro, para nos deixar confusos e afastados do nosso propósito. Mas nós não fomos feitos para viver como animais, guiados apenas por desejos. Fomos feitos para algo muito maior: para viver com virtude, com responsabilidade e com amor.

A verdadeira liberdade não está em fazer o que queremos a qualquer custo, mas em escolher o que é certo, mesmo que isso exija sacrifício. Porque, no final, é no sacrifício que encontramos a verdadeira felicidade e realizamos nosso propósito como seres humanos.

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