Entre a tirania e a esperança: o povo precisa escolher

Uma das estratégias mais antigas da esquerda é mudar o foco para te enganar.

Quando Lula chegou ao poder em 2003, toda crítica feita ao seu governo era desviada com a mesma desculpa: a culpa era do PSDB, era do Fernando Henrique, era da “herança maldita”. Eles nunca assumem nada.

Precisam de um inimigo constante para manter a militância mobilizada e cegar os desavisados.

No passado, não havia quem os enfrentasse. A oposição era tímida, institucional, muitas vezes cúmplice.

Hoje, não. O povo acordou. Milhões de brasileiros passaram a defender os valores que essa turma odeia: Deus, família, liberdade e propriedade.

Por isso o rótulo de “bolsonarista” passou a ser uma ferramenta de ataque.

Se você discorda deles, se ama o Brasil, se defende sua família e quer um país com ordem e justiça, você vira automaticamente o inimigo.

Não importa se você gosta ou não do Bolsonaro. Se você ousar não se curvar, será atacado do mesmo jeito.

Muito além da corrupção, o PT tem um projeto contra o Brasil.

A roubalheira, o mensalão, o petrolão — tudo isso foi o combustível para financiar ditaduras amigas e expandir sua influência ideológica.

Enquanto o povo via o caos nas contas públicas, nos hospitais e na segurança, eles aparelhavam universidades, sindicatos, parte da imprensa, parte do sistema de Justiça e até algumas igrejas.

Começaram a dividir o povo, criar grupos de “oprimidos” e “opressores”, normalizar o crime, vitimizar bandidos e destruir os valores mais básicos de uma sociedade civilizada.

Mas o povo não é burro o tempo todo.

Em 2013, uma insatisfação generalizada tomou conta do país.

Milhões foram às ruas.

A indignação cresceu e culminou no impeachment de Dilma Rousseff.

A resposta da esquerda foi previsível: criaram a narrativa do “golpe” e rodaram o mundo com essa mentira.

Tentaram sujar a imagem do Brasil e sabotar a economia para gerar crise e voltar ao poder com o discurso de que “só eles sabiam governar”.

Muitos brasileiros começaram a perceber que o problema não era PSDB contra PT.

Era algo muito mais profundo.

Um projeto de poder que queria destruir nossas liberdades, controlar tudo e transformar o Brasil numa nova Venezuela.

A pauta não era mais econômica ou administrativa.

Era moral, cultural, espiritual.

E os que se levantaram para impedir isso passaram a ser perseguidos como inimigos do Estado.

Nesse cenário, o Supremo Tribunal Federal virou protagonista.

Durante a Lava Jato, o STF foi aplaudido por parte da população.

E os ministros gostaram do aplauso.

Só que, em vez de se apegarem à Constituição, apegaram-se à vaidade.

Homens sem virtude, sem notório saber jurídico, sem humildade.

A maioria deles colocada lá pelo próprio PT.

Queriam os aplausos, mas não queriam cumprir o papel de juízes.

Queriam legislar, administrar, mandar.

Mesmo sem um único voto sequer.

Quando as críticas começaram a aparecer, agiram como tiranos.

Criaram inquéritos ilegais, rasgaram o princípio do juiz natural, ignoraram o impulso oficial e passaram a ser juízes, acusadores, investigadores e censores. Tudo ao mesmo tempo.

O inquérito das fake news foi só o começo.

A partir dali, censuraram jornalistas, prenderam cidadãos sem processo legal, impuseram multas a empresas estrangeiras sem respeitar tratados internacionais e ignoraram completamente a Constituição.

No processo eleitoral, o abuso foi escancarado.

Barroso fez lobby contra a auditoria do voto, mentiu fora do país dizendo que queriam acabar com o voto eletrônico e ainda teve a ousadia de afirmar que “venceu o bolsonarismo”.

A Justiça Eleitoral desrespeitou a regra da anterioridade, favoreceu descaradamente um lado e atuou como verdadeira militância judicial.

A “eleição” de Lula, entre aspas, só foi possível porque ele foi descondenado com uma decisão esdrúxula e sem base legal.

O que vimos foi a recolocação forçada do grupo derrotado em 2016.

Um governo que só está de pé porque se escora em um Supremo aparelhado, com um Congresso acovardado e um sistema que já não respeita o povo.

A perseguição implacável contra conservadores, patriotas, cristãos e cidadãos comuns é digna das piores ditaduras.

Enquanto isso, criminosos de esquerda são protegidos, perdoados ou sequer investigados.

Não há justiça. Há um sistema de proteção aos aliados e perseguição aos dissidentes.

Lula hoje governa com menos liberdade do que teve no passado.

O povo está mais atento, o Congresso mais conservador, a oposição mais firme.

Mas ele nunca deixou de ter um projeto contra o Brasil.

E se não fosse a reeleição de Donald Trump nos EUA e sua aliança com Bolsonaro, tudo já estaria perdido.

Foi uma sorte, uma muralha que impediu que o Brasil afundasse de vez.

E aqui está a verdade que ninguém quer dizer:

Bolsonaro não é o culpado disso tudo.

Ele nem planejou ter tanta relevância.

Mesmo sob ataques constantes, ele representa a resistência que sobrou.

Porque os ataques contra ele não são só contra ele.

São contra o brasileiro honesto, que trabalha, que acredita em Deus, que quer proteger sua família e viver num país decente.

Então, não importa se você gosta ou não do Bolsonaro ou do Trump.

Se você tem um pingo de dignidade e noção da realidade, precisa estar do lado certo.

Do lado que quer restaurar a democracia, punir os criminosos, defender a verdade e salvar o Brasil.

Estamos lidando com algo pior do que qualquer mal que você já imaginou.

E não temos escolha.

Ou nos unimos agora, ou perderemos tudo.

A luta é dura, mas só há um caminho: resistir até o fim.

E vencer.